Oi...
Porque existe variadissima matéria sobre sexo, agradecia a todos aqueles que o visitassem que partilhassem a sua informação neste blog...
Com os melhores cumprimentos,
Capitú
A revelação da sua orientação sexual a outros é um passo muito importante de auto-aceitação de qualquer homossexual. Como todos nós, os/as homossexuais sentem-se melhor consigo mesmo e aceitam-se mais facilmente se aqueles que lhes são queridos também o/a aceitarem tal como são.
Alguém que te revela a sua homossexualidade, obviamente sente confiança suficiente com/em ti para o fazer, correndo o risco de te perder como amigo/a. Contudo também não é fácil receber tal notícia, pois não se tem noção de como agir ou o que dizer. Neste sentido é possível dar algumas sugestões que poderás considerar...
Agradece à pessoa ter tido coragem para fazer tal revelação a ti. O facto de ter-te contado este pormenor íntimo revela que tem um grande apreço, confiança e respeito por ti.
Não a/o julgues Se tens convicções religiosas (ou outras) que contestam a homossexualidade, não te precipites em discuti-las. Certamente que haverá outra altura mais oportuna para encetar tais discussões saudáveis acerca da questão da homossexualidade.
Respeita a sua confidencialidade. Ele/Ela provavelmente não estará pronto/a para revelar a sua orientação a outros e poderá querer fazê-lo à sua maneira.
Explica-lhe que continuas a gostar dele/a da mesma forma, e que a sua orientação sexual em nada alterará a vossa relação de amizade. Talvez o maior medo de qualquer homossexual é a rejeição por par te de amigos e família quando se conta a verdade.
Não tenhas uma postura demasiado séria. Um comentário com um pouco de humor pode aliviar algumas tensões existentes.
Um simples apertar de mão ou abraço pode por vezes transmitir-lhe que não tens medo de "apanhar" algo.
Põe-lhe questões, contudo fica preparado, que ele/a poderá não ter todas as respostas. Podes guardá-las para uma altura posterior, ou melhor ainda tentem descobrir as respostas juntos.
Inclui o/a parceiro/a dele/a em planos como o farias com outros amigos casais.
Fica preparado/a para inclui-lo/a com mais frequência nos teus planos, pois ele/a poderá ter perdido outros amigos ou mesmo a família pela sua honestidade.
Oferece-te para o/a ajudar a contar a outras pessoas que lhe sejam queridas.
Telefona-lhe com frequência. Isto vai-lhe fazer sentir que ainda és amigo/a dele/a.
Não estranhes mudanças de temperamentos. Fazer este género de revelações pode provar-se traumático. A depressão e a ira são normais, especialmente se a pessoa está a experimentar problemas c om família e outros amigos/as por causa da sua orientação sexual. Não tomes muito a peito reacções pouco ponderadas. Considera antes um privilégio que ele/a partilhe esses sentimentos contigo.
Não alteres hábitos que tenham juntos. Ele/a provavelmente sente que a partir do momento que deixa de esconder a sua homossexualidade, tudo irá alterar na sua vida. Se por exemplo, costumavam ir ao cinema todas as Segundas-Feiras, c ontinuem.
Fala-lhe de outras pessoas homossexuais que conheças. Se ele/a sabe que já aceitaste outra pessoa, ser-lhe-á mais fácil acreditar que também o/a vais aceitar.
Aprende acerca da comunidade homossexual/lésbica. Assim estarás mais à vontade para o/a apoiar e para além de conhecer um pouco mais do seu mundo , impedirá um afastamento.
Não o/a permitas que se isole. Dá-lhe sugestões de organizações que possa contactar ou lugares onde possa conhecer outros semelhantes.
Nunca é tarde! Se sentes que não procedeste bem com um amigo/a que te tenha feito revelação semelhante, volta atrás e tenta novamente.
Não te preocupes se ele/a tem alguma atracção por ti que não tencionas corresponder. Muito provavelmente os sentimentos tidos para contigo são os mesmos que sentes por ele/a. Caso contrário, não é grave, as coisas podem perfeitamente - sem hostilidade - serem esclarecidas. Trata a situação como se fosse uma pessoa do sexo oposto no qual não tens qualquer interesse sexual. Não merece a perda de um/a amigo/a.
Swing
O swing ou troca de casais é um relacionamento sexual entre dois casais estáveis que praticam sexo grupal. Existem correntes que consideram o swing quando um casal adiciona um ou mais elementos numa relação sexual.
Conforme a interação entre os participantes o swing pode ser:
Conforme a orientação sexual dos participantes o swing pode ser:
São locais destinados à prática de swing, com acesso restrito apenas a casais. Em algumas festas temáticas pode ser permitida a entrada de pessoas sozinhas, de um ou ambos os sexos, para fins de ménage. Os clubes podem ser exclusivos para casais swingers, ou terem outras atividades (boate erótica, por exemplo), reservando um dia da semana para eventos swingers. Alguns dos clubes permitem o acesso a pessoas sozinhas em alguns dias da semana ou em alguns casos em espaços separados dos casais.
A maioria dos clubes de swing é dividida em dois espaços: uma boate com música de diversos tipos (gravada ou ao vivo) e um "espaço íntimo", acessível por uma porta discreta.
A boate: sua estrutura pouco difere de uma boate convencional. Os casais dançam, consomem bebida e petiscos como em qualquer boate. O diferencial está nas brincadeiras eróticas e na apresentação de stripteases masculinos e femininos. Às vezes, também ocorrem performances de casais strippers, ou com objetos eróticos. Os strippers costumam interagir com a platéia, mas só o fazem se devidamente autorizados pelo casal ou pessoa abordada. No primeiro sinal de desinteresse, afastan-se. A pista de dança pode ter queijinhos e mastro para facilitar danças eróticas. Em alguns locais, também há estrutura para sex shop, janela indiscreta, paredão e box transparente com chuveiro para performances com água.
O espaço íntimo: varia conforme a casa de swing, embora camão e darkroom sejam tradicionais. A seguir, uma breve descrição do que é possível encontrar na área íntima de uma casa de swing:

O ponto G é uma concentração de terminações nervosas, um corpo esponjoso com vasos sangüíneos e glândulas ligadas ao clitóris que se localiza em torno da uretra onde se situam as glândulas de Skene, que cercam a uretra. O nome "ponto" não é a melhor designação, pois não é necessariamente um ponto, é mais uma área, uma região que varia de mulher para mulher.
Esta área é mais ou menos equivalente à próstata e é extremamente sensível à pressão intensa. Quando estimulada adequadamente, pode proporcionar orgasmos intensos e ejaculações de líquidos pelas glândulas de Skene e a uretra durante a penetração. O estímulo dessa área libera substâncias que bloqueiam a dor durante o parto.
O ponto G foi denominado assim em homenagem ao séxologo alemão-judeu Ernst Gräfenberg - o primeiro médico da atualidade a descrevê-la, em 1950.
Como encontrar o ponto G
Esta zona erógena varia de mulher para mulher, tanto na localização, no tamanho, na textura ou na espessura. Invisível aos olhos e não muito fácil ao tato, situa-se logo abaixo do osso púbico, profundamente na parede anterior da vagina, entre sua abertura e o colo do útero.
Primeiramente, a mulher deve estar bem relaxada para que as paredes vaginais fiquem muito bem lubrificadas, isso fará com que o ponto G fique inchado, cheio de sangue e portanto mais sensível e proeminente. O ponto poderá então ser identificado como uma pequena saliência enrugada, uma área oval de 2 cm, localizada embaixo do osso púbico, na parede frontal interna da vagina.
Com a mulher deitada com a barriga pra cima poder-se-á penetrá-la com o dedo médio e a palma da mão virada para o clitóris: A ponta do dedo deverá então estar tocando o ponto G, onde sentirá uma área mais rugosa ou áspera que o normal, podendo vir a ser duro também devido à excitação feminina. Ao ser estimulado, inicialmente, a mulher poderá sentir vontade de urinar, mas se a estimulação é continua, pode ser sexualmente prazeroso. Como em qualquer outro estímulo humano, pode não ser igualmente prazeroso para todas.
Algumas mulheres não tem consciência da existência do ponto G e da ejaculação feminina - ou se embaraçam com a sua ejaculação. Elas assim aprenderem a ejacular retrogradamente.

O herpes genital é uma doença de transmissão sexual da zona genital (a pele que rodeia o recto ou as áreas adjacentes), causada pelo vírus do herpes simples.
Existem dois tipos de vírus do herpes simples, chamados VHS-1 e VHS-2. O VHS-2 costuma transmitir-se por via sexual, enquanto o VHS-1 em geral infecta a boca. Ambos os tipos podem infectar os órgãos genitais e a pele que rodeia o recto ou as mãos (especialmente os leitos das unhas) e podem ser transmitidos a outras partes do corpo (como a superfície dos olhos). As úlceras herpéticas não se infectam habitualmente com bactérias, mas algumas pessoas com herpes têm também dentro das úlceras outros microrganismos transmitidos por via sexual, como por exemplo os agentes da sífilis ou da úlcera mole.
Sintomas
Os sintomas do primeiro surto (primário) iniciam-se de 4 a 7 dias depois da infecção. Costumam ser prurido, formigueiro e dores. Depois aparece uma pequena placa avermelhada, seguida de um grupo de bolhas pequenas e dolorosas. Estas rompem-se e fundem-se para formar úlceras circulares, que em geral são dolorosas e se cobrem de crostas em poucos dias. O afectado pode ter dificuldade em urinar e, em certos casos, sente dor ao andar. As úlceras saram em aproximadamente 10 dias, mas podem deixar cicatrizes. Os gânglios linfáticos da virilha costumam aumentar levemente de tamanho e apresentam sensibilidade ao tacto. O primeiro surto é mais doloroso, prolongado e generalizado do que os seguintes, podendo causar febre e mal-estar.
Nos homens, as vesículas e as úlceras podem aparecer em qualquer parte do pénis, incluindo o prepúcio se não houve circuncisão. Nas mulheres, aparece na vulva, dentro e fora da vagina e no colo. Quem tem relações sexuais anais pode apresentar as referidas lesões à volta do ânus e no recto.
Nos imunodeficientes, como os infectados com o vírus da imunodeficiência humana (VIH), as úlceras do herpes podem ser graves, propagar-se a outras áreas do corpo, persistir durante semanas ou mais e, em raras ocasiões, tornar-se resistentes ao tratamento com aciclovir.
As lesões tendem a reaparecer nas mesmas zonas e em outras adjacentes, porque o vírus persiste nos nervos pélvicos próximos e reactiva-se para reinfectar a pele. O VHS-2 reactiva-se melhor nos nervos pélvicos. O VHS-1 reactiva-se melhor nos nervos faciais, onde provoca o herpes labial. De qualquer forma, qualquer dos dois vírus pode causar doença em ambas as áreas. Uma infecção anterior com um destes vírus concede uma imunidade parcial para o outro, fazendo com que os sintomas do segundo sejam mais ligeiros.
Diagnóstico
O médico suspeita da presença de herpes baseando-se nos sintomas do doente. É possível estabelecer um diagnóstico de imediato examinando amostras das úlceras ao microscópio. Para confirmação, enviam-se amostras das mesmas para sua cultura em laboratórios especiais. Os resultados estão disponíveis num prazo de 48 horas. As análises de sangue podem mostrar uma evidência de infecções passadas ou então sugerir que existe uma recente, se se confirmar que os anticorpos estão a aumentar.
Tratamento
Nenhum tratamento cura o herpes genital, mas pode reduzir a duração de um surto. O número destes surtos pode reduzir-se aplicando uma terapia contínua com doses baixas de medicamentos antivirais. O tratamento é mais eficaz se se iniciar rapidamente, em regra dois dias depois do aparecimento dos sintomas. O aciclovir ou os fármacos antivirais relacionados podem ser administrados por via oral, ou então em forma de creme directamente sobre as lesões. Os antivirais reduzem a propagação do vírus vivo a partir das lesões, diminuindo desta forma o risco de contágio. Também podem reduzir a gravidade dos sintomas durante o surto inicial. Contudo, mesmo o tratamento precoce do primeiro ataque não evita as recorrências.
Os doentes com história de herpes podem contagiar os seus parceiros sexuais, sobretudo porque podem não se dar conta de que estão a passar por outro surto.
| Complicações do herpes genital |
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Cerca de 3 a 12 dias depois do primeiro aparecimento das vesículas (ou bolhas) na área genital, o vírus do herpes pode espalhar-se a outras partes do corpo. Contudo, as complicações graves são raras. A membrana que cobre o cérebro (meninges) pode ficar infectada, o que causa vómitos, dor de cabeça e rigidez da nuca. A espinhal medula pode ser infectada e isso provoca debilidade nas pernas. Os nervos da zona pélvica também poder ser afectados, o que causa dor temporária, obstipação, incapacidade de urinar e, nos homens, impotência. Apesar de ser raro, o vírus pode propagar-se através da corrente sanguínea à pele, às articulações, ao fígado e aos pulmões, particularmente nos |
SIDA - O QUE É?
O que é a AIDS/SIDA? O que é o HIV?
AIDS é a sigla para Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. A AIDS/SIDA é causada por um vírus conhecido como o Vírus Humano de Immunodeficiência ou HIV.
Como sei se tenho o HIV?
Você não pode dizer que tem o vírus pela aparência ou por algum sintoma, nem em você, nem em outra pessôa. As pessoas com HIV podem parecer saudáveis por muitos anos.
O único jeito de saber se você tem HIV é pelo exame de sangue. Este teste é conhecido como "teste de HIV" ou "teste anti-corpos HIV". Você pode ter ouvido chamar-lhe "teste de AIDS/SIDA" mas o teste não diz se você tem ou terá AIDS/SIDA, lhe diz apenas se você foi infectado pelo HIV.
Este teste visa os anti-corpos produzidos pelo sistema imunológico quando a pessôa é infectada pelo HIV. É um teste muito preciso.
Se anti-corpos para HIV forem achados, o teste dá como "positivo". A pessôa é anti-corpo HIV positivo ( ou "HIV positivo", ou "HIV+"). Significando que a pessôa foi infectada com o HIV.
Se anti-corpos não forem achados, o teste dá como "negativo" e a pessôa é anti-corpo HIV negativo ( ou "HIV negativo", ou "HIV-"). Significando que a pessôa não foi infectado com o HIV.
Há um espaço entre o tempo que a pessôa é infectada com o HIV e o tempo que os anti-corpos são formados. Este período pode ser de três a quatorze semanas e é chamado de "período de Janela". Por esta razão, é importante esperar por quatorze semanas depois de ter feito algo que possa ter causado infecção de HIV, para assegurar-se de um resultado bem preciso.
o que acontece depois que alguém é infectado com o HIV?
depois da infecção, algumas pessôas experimentam um ligeiro resfriado tipo "doença de seroconversão" no momento quando os anti-corpos para o HIV estão sendo criados. Mas a maioria sente-se completamente bem, sem ter quaisquer sintomas. Durante este período, a pessôa é dita estar "assintomática". Eles podem nem mesmo saber que foram infectados. Eles podem continuar a sentir-se bem por um longo tempo. De fato, algumas pessôas que foram infectadas com o vírus já há mais de 10 ou 15 anos continuam a se sentirem completamente bem hoje. Durante o período quando a pessôa com o HIV está se sentindo saudável, suas células CD4 são a defesa do corpo contra o HIV. Resultados laboratoriais demonstram que essas células aumentam razoavelmente enquanto a carga virótica (que mede a quantidade de HIV no sangue), diminui.
No entanto, pesquisadores estão trabalhando para tentar criar tratamentos que removam todos os traços de HIV do corpo de uma pessôa infectada, nesse estágio entendemos que uma vez a pessôa infectada com o vírus, este não pode ser completamente destruído ou erradicado. O vírus continua a reproduzir-se e atacar o sistema imunológico. A um certo ponto, as células CD4 são dominadas e não podem mais manter o HIV sob contrôle. O número de CD4 da pessôa então diminui e a "carga virótica" aumenta.
Como as CD4 diminuem, a pessôa com o HIV torna-se vulnerável a várias infecções e doenças. Este período de decadência da saúde é às vezes chamada de "período sintomático". Os organismos que causam estas infecções são bastante comuns e presentes na maioria das pessôas mas são mantidas sob contrôle pelo sistema imunológico saudável. Como o HIV enfraquece o sistema imunológico da pessôa, estes organismos não podem ser mais controlados, e a doença ocorre. Estas doenças são conhecidas como "infecções oportunistas", como a pneumocistis carinii pneumonia ("PCP") e toxicoplasmose ("toxo").
O Centros Americanos para Controle de Doenças compilou uma lista de doenças mais sérias resultantes do enfraquecimento do sistema imunológico nas pessôas com HIV. Uma vez que a pessôa tenha experimentado uma ou mais das doenças na lista de "AIDS/SIDA-Definindo Condições", ele ou ela é dito estar com AIDS/SIDA.
A pessôa com AIDS/SIDA é provável ter períodos de boa saúde entre intervalos de doenças sérias. Há pessoas que têm vivido por anos com a AIDS/SIDA diagnosticada. Existem drogas que podem prevenir certas doenças provocadas pela AIDS/SIDA, tais como Septra para o PCP, e há drogas que podem controlar e tratar outras doenças oriundas da AIDS/SIDA.
Existem tratamentos para o HIV e a AIDS/SIDA?
Além de drogas e outros tratamentos que podem cuidar, controlar ou prevenir infecções oportunistas, há poucos anos atrás, algum progresso foi feito na produção de drogas que combatem o HIV diretamente. Estas drogas, comumente conhecidas como "combinação de terapias" ou "cocktail", retarda o efeito do HIV sobre o sistema imunológico interferindo na multiplicação do HIV.
Esta forma de terapia normalmente consiste de um número de drogas tomadas nas refeições. Embora estas drogas não sejam de fácil ingestão e produzam efeitos colaterais, quando a terapia de combinação é bem sucedida, melhora-se a saúde das pessôas com HIV, algumas vêzes causando a redução dos sintomas, além de reduzir a "carga virótica" (mesmo que dizer, reduz a quantidade de HIV no corpo), aumentado o número de células CD4, e reduzida a probabilidade de avanço da doença (AIDS/SIDA).
A terapia de combinação não funciona com todo mundo. O tempo levado para que as drogas façam efeito, varia, e a resistência a elas pode ocorrer, tornando-as ineficazes.
Em complemento, algumas pessôas com o HIV usam "terapias suplementares" tais como, acupuntura, suplemento de vitaminas, massagem, etc em adição a terapia com drogas para aliviar efeitos colaterais, reduzir stress e melhorar a função imunológica.
Uma vez sendo uma doença invarialvelmente fatal, não se pode afirmar que toda a pessôa com HIV tornar-se-á doente ou morrerá de AIDS/SIDA. No entanto, ainda não existe cura para a AIDS/SIDA.
As fantasias sexuais são úteis para consolidar a relação e dar asas à intimidade. Mas cuidado com o que imagina, não vão os sonhos assustar a realidade...
Quando crescemos, aprendemos a distinguir claramente a realidade da imaginação, mas é bom que consigamos manter a capacidade de nos deixarmos embalar pelas nossas próprias ficções. Mas mesmo quando nos esforçamos para reprimir as fantasias durante o dia, elas acabam por surgir durante o sono.
Compreender as fantasias
As fantasias sexuais variam em função das preferências de cada um. Mas muita gente sente-se desconfortável e até sente vergonha das suas fantasias, receando o rótulo de "tarados" por se excitarem com situações reprováveis aos olhos dos outros.
As fantasias sexuais exprimem, muitas vezes, aspectos do nosso inconsciente. Assumir papéis dominadores ou submissos numa fantasia pode estar ligado ao desejo de experimentar uma personalidade diferente da que temos, sem que isso implique qualquer responsabilidade. E isto pode ser realmente muito excitante! Tal como ficcionar atitudes que nunca teríamos na vida real, como fazer amor num local público ou com determinada pessoa.
Muitas das vezes, as fantasias excitam-nos exactamente por não serem reais. E, muitos casos, se a ficção se tornasse real, deixaria de ser excitante para se converter num pesadelo. Por exemplo, quando uma mulher fantasia com situações de sexo forçado, ela sabe distinguir perfeitamente a ficção da realidade e está longe de desejar, de facto, ser violada.
Muita gente convence-se que o facto de fantasiar com outra pessoa que não o seu parceiro é uma forma de traição, por revelar o desejo de ser infiel ou por ser a prova de que já não se consegue excitar apenas com a pessoa que ama.
Mas raramente este receio tem fundamento. Muitos especialistas defendem que as pessoas que mais fantasiam são precisamente aquelas que se encontram em relações apaixonadas, felizes e íntimas, em que a confiança mútua permite à mente explorar locais e situações que o corpo não tem intenção de visitar.
Os benefícios das fantasias
Diz-se que o sexo começa na cabeça. Uma imaginação activa permite-nos estar prontos para o sexo antes de qualquer aproximação física ter acontecido. A partir daí, o desejo está ao rubro e a excitação fisiológica é muito mais rápida e intensa.
Há quem considere que uma boa imaginação sexual é útil para evitar cair na rotina. Sobretudo se um dos elementos do casal não apreciar grandes novidades na cama, as fantasias são uma forma suave de apimentar e "segurar" uma relação de longo prazo. Aos mais inibidos, as fantasias sexuais podem servir de preparação, enquanto ganham confiança para tentar algo novo.
Aprender a fantasiar
Se acha que não é muito dada a fantasias mas gostava de experimentar, aqui ficam algumas dicas. Se, para os homens, a pornografia é, normalmente, muito entusiasmante, a maioria das mulheres identifica-se mais com histórias, cenários e acessórios eróticos. Procure nas livrarias revistas e livros sobre arte erótica, com imagens bonitas e sugestivas. Filmes ditos "soft porn" apostam mais no argumento e nos detalhes cenográficos do que nos grande planos de sexo explícito das tradicionais fitas pornográficas. Atreva-se a entrar numa sex shop: vai encontrar algemas felpudas, máscaras do tipo "tiazinha", jogos do género trivial persuit (imagine o teor das perguntas...), óleos de massagem, lingerie como não há nas lojas normais... Descubra o que mais a inspira, relaxe e deixe a fantasia fluir.
1º

Vocês estão no maior amasso, loucos de tesão um pelo outro. Ele nem precisa pedir. Você sabe que ele quer sentir a maciez da sua boca, o carinho que só sua língua húmida e ágil pode proporcionar.
2º

Em seguida percorra com a língua toda a extensão do pênis dele, de cima para baixo, de baixo para cima. Não se acanhe, mostre a língua, deixe o rastro da sua saliva na pele tesa.
3º

A língua, além de indispensável, é bela. Ponha a sua para fora com naturalidade e deixe que ele esfregue a glande.
4º

Uma das regiões mais sensíveis do pênis é o "freio", aquela prega que prende o prepúcio à parte posterior da glande. Não poupe carinhos ali. Lamba, vibre a ponta da língua, e receba em troca os gemidos de prazer dele.
5º

Beije, beije muito. Mas faça isso de um jeito bem sensual, sacana, abusado.
6º

Nada de lábios contraídos. Deixe-os soltinhos, molinhos, dobrados para fora. Você vai ficar linda assim.
7º

...beije a região do freio fazendo uma leve sucção e, ao mesmo tempo, movimentando a língua.
8º

Agora, só de maldade, pare e fique apenas lambendo de leve a pontinha do pênis. Faça isso olhando seu homem nos olhos. Deixe que ele veja em seu olhar o quanto você está gostando de chupá-lo.
9º

A essa altura, ele já deve estar louco e você também não aguenta mais a vontade de abocanhar aquela membro duro e imenso que lateja em suas mãos. Então, sirva-se!
10º

Ao sugar o pênis dessa forma, sua boca se transforma numa espécie de tubo morno,macio e úmido. Chupe com vontade.
11º

... e torne a abocanhá-lo até onde você suportar. Fique assim, chupando e fazendo o pênis entrar e sair da sua boca, imitando os movimentos de uma boa transa. Massageie os seus testículos. Quer ver seu macho subir pelas paredes? Chupe a cabeça do pênis e, ao mesmo tempo, faça uma masturbação nele. Poucos homens resistem por muito tempo. Continue sugando a cabecinha e, desta vez, fazendo movimentos circulares com a mão em torno do pênis, que deve estar bem molhadinho de saliva.
12º

Surpreenda seu homem. Faça coisas que a maioria não faz e torne-se inesquecível.
13º

Por exemplo: Coloque o pênis dele na parte interna da bochecha e faça deslizar suavemente para dentro e para fora. A mucosa dessa região da boca é extremamente macia e a sensação é muito, muito gostosa.
14º

A saliva, acredite, não é uma mera coadjuvante. Se você estiver curtindo de verdade, a chupada vai te deixar, literalmente, com a boca cheia d'água.
15º

Brinque com a saliva... deixe-a escorrer sobre o pênis do rapaz e depois aproveite a lubrificação para masturbá-lo.
16º

Provoque-o! Tire o pênis da boca lentamente formando um fiapo de saliva entre a boca e o membro. Vocês estão por um fio. Não é uma delícia?
17º

Técnicas avançadas, ou melhor, coisinhas que você deve fazer com extremo cuidado. Acaricie o pênis dele com os dentes. Mas faça isso delicadamente, arranhando de leve.
18º

Os testículos são, com certeza, a região mais delicada do corpo masculino. Qualquer pancada, ou mesmo uma pressão mais forte, provoca uma dor insuportável. Portanto, pegue leve! Coloque-os na boca mas não chupe com força. Apenas envolva-os com os lábios e use a língua. Nada de dentes nesse momento. Os lábios e a língua são os instrumentos que realmente propiciam prazer. Üma "garganta profunda" é garantia de sucesso mas vá com calma. Poucas mulheres conseguem engolir um pênis de bom tamanho ( com mais de 18 cm, por exemplo).
19º

Tente engoli-lo aos poucos. Vá forçando devagar até conhecer ser próprio limite. Ir além pode provocar ânsias de vômito, o que é desagradável. Se você conseguir, irá propiciar um prazer indescritível a seu parceiro. Experimente, ao mesmo tempo, acariciar o pênis com a língua. Se não conseguir, não se desespere.
20º

Depois disso tudo, o gozo é inevitável. Você gosta de engolir? Então, relaxe e receba o prêmio pelo seu desempenho na arte de enlouquecer seu homem com a boca, os lábios e a língua.
21º

Se você não gosta de engolir, não precisa. Existem outras formas de curtir o gozo dele. Só não cometa o pecado de sair correndo para cuspir. Como você se sentiria se o seu homem, depois de chupar sua vagina fosse correndo ao banheiro lavar a boca e escovar os dentes?
22º

Ao pressentir que seu parceiro está prestes a gozar, continue as carícias mas mantenha a boca aberta para que o esperma escorra. Espalhe o esperma por todo o pênis e masturbe bem devagar, até a última gota.
23º
Outra alternativa é tirar de dentro da boca, sem parar contudo de beijar e lamber a borda da glande e o corpo do pênis, e deixar que ele goze sobre seu seus seios. Aproveite esse rico creme para uma massagem. Dizem que é ótimo para a pele.
24º

E depois? Bem, relaxe, beije, namore e deixe que o seu homem, a essa altura feliz e satisfeito, retribua o prazer
Se você não sabe nada sobre este assunto, não se envergonhe, gatíssimo. Nem as mulheres parecem saber! Por que? Porque a masturbação é assunto proibido entre elas. Não que elas não se masturbem. Simplesmente não confessam. Aliás, pensando bem, já falei sobre isto com alguns namorados meus, mas nunca consegui conversar com uma amiga sobre o assunto. Elas simplesmente ficam vermelhas, enroladas, caladas, nervosas... Foi então difícil fazer esta enquete que vou passar para vocês agora, muitas informações eu só consegui através de conversas com os homens. Por falar nisso, muitos homens reagem muito mal à situação de ter uma mulher se masturbando ali ao lado dele. É que isto faz muito mal para certos egos, sabe? Mas era bom eles ficarem sabendo que seus fabulosos pênis não são em absoluto a única fonte de prazer das mulheres. Muito pelo contrário. Na hora do sexo solitário, a maioria das mulheres não faz rodeios: goza mesmo é pela estimulação do clitóris. Voltando às fontes de prazer, posso afirmar que a masturbação é uma fonte regular de prazer também das mulheres, viu, garotos? E que mesmo tendo namorados e maridos elas podem se masturbar. Por que? Pelas mesmas razões porque você se masturba, ora! Então vamos às maneiras mais comuns de masturbação feminina: O jato do bidê é famoso. Soube de uma mulher que, antes de se hospedar num quarto de hotel ou de alugar um apartamento, dá uma olhada no banheiro e confere o jato do bidê. É quase um animalzinho de estimação para ela... Nesse caso, ela senta em cima do jato e estimula o clitóris. Dependendo da força, dá para ter orgasmos muito intensos em apenas dois minutos. O chuveirinho também serve para a mesma coisa. Mas tem que tirar o chuveirinho e apertar a boca da mangueira, para aumentar a força da água. Outro meio muito conhecido pelos homens é o dedo, que deve ser passado de uma lado para o outro sobre o clitóris, em ritmo rápido quando estiver perto do clímax. Mas um meio que os homens geralmente não conhecem é o travesseiro. Ele é muito útil para pressionar o clitóris. Você pode facilmente entender este prazer ao se lembrar do que sente ao fazer uma pressãozinha sobre o pênis. Na falta de travesseiro, serve qualquer outro objeto que exerça pressão, como a quina de uma mesa. Como usar o travesseiro? Deitada, com ele entre as pernas, pressionado de encontro ao colchão. Ou de lado, mexendo os quadris. Há também as variações: de joelhos ou de pé. Isto mesmo, garotos e até mesmo garotas! Segundo entrevistas relatadas no livro Relatório Hite, uma das formas mais comuns de masturbação feminina parece ser de pé: Em pé, com o travesseiro entre as pernas e balançando os quadris de forma a roçar o clitóris no travesseiro e fazer pressão sobre ele quando ela quiser. As mulheres que têm coxas grossas conseguem estimular o clitóris cruzando as pernas com força. Uma leitora enviou um e-mail para cá dizendo que gosta de se masturbar deitada de lado, comprimindo o clitóris com as coxas e colocando o dedo na vagina, com a mão vindo por trás, naturalmente. As mulheres mais passivas usam o dedo ou o bidê. Já aquelas que gostam de sexo mais ativo preferem o travesseiro, porque isto exige um movimento de quadris muito parecido com o movimento que um homem faz para transar na posição papai-e-mamãe ou de pé. Vibradores. Não pense que um vibrador em forma de pênis é para ser usado só na vagina. O grande barato dele é ser colocado sobre o clitóris para levar a mulher ao gozo intenso e inigualável em apenas poucos segundos (é claro, dependendo da intensidade da vibração). Há mulheres que podem colocar coisas na vagina ou no ânus para excitá-las mais. São os chamados consolos, que são objetos cilíndricos em forma de pênis. A brincadeira pode demorar muito nessa de entra e sai, até nos dois lugares ao mesmo tempo. Só que o orgasmo na masturbação geralmente é atingido com algum tipo de estimulação do clitóris, como os citados aí acima. Estes são os métodos tradicionais. Nos sex shops existem alguns meios modernos e techs de masturbação, como um sugador de clitóris, que funciona a vácuo. Como sou adepta do naturalismo, não conheço esses métodos, mas vou fazer uma pesquisa e colocar aqui para você. Fique ligado. Você gostaria de ajudar sua mulher a gozar? Não ofereça um travesseiro, porque ela não vai aceitar. Algumas aceitam o vibrador, mas os homens insistem em querer usá-lo como um pênis. Se você quiser mesmo ajudar, coloque-o sobre o clitóris dela. Ou melhor, pergunte do que ela mais gosta. Na verdade a maioria das mulheres não quer ajuda para se masturbar, porque podem fazer isto muito bem sozinhas. Sem falar que a maioria sente vergonha de fazer isto na frente de outra pessoa. É que na hora da masturbação as fantasias são às vezes inconfessáveis. Então, na hora do sexo a dois, se você quiser excitá-la mais, use o seu dedo para ajudá-la a gozar enquanto você a penetra. E o sexo oral para excitá-la e para levá-la ao orgasmo. E tem uma coisa que não agrada a muitos homens: a melhor maneira de agradar a uma mulher, se ela só goza com o sexo oral, é fazer isto DEPOIS DE VOCÊ GOZAR. Porque depois que ela já gozou com a sua língua, costuma não ficar nada a fim do seu pênis. Não fique achando que só os homens querem virar para o lado e dormir depois do orgasmo. As mulheres que gozam com o sexo oral muitas vezes também gostariam de fazer isto, era só os homens deixarem. Mais um detalhe: diferentemente dos homens, as mulheres não costumam se masturbar olhando fotos. Podem até se excitar com fotos ou vídeos, mas na hora da masturbação elas costumam fechar os olhos e partir numa viagem só delas.

DICA PARA APLICAR ANTES DA TRANSA
Antes de transar, coloque a sua mulher de quatro, com o rosto no travesseiro, quadril bem empinado para cima e pernas abertas. Faça uma massagem na bunda da menina durante uns 10 a 20 minutos. Morda, passe a língua, aperte, brinque de todas as formas. Ao final, faça uma massagem no ânus. Sentindo receptividade penetre um dedo no reto da parceira. Tente bem devagar penetrar o segundo dedo. O dedo tem que estar bem lubrificado com saliva ou com um lubrificante a base de água.
DICA PARA APLICAR DURANTE A TRANSA
Durante a transa, coloque a mulher sentada no seu pênis. Quando ela estiver muito excitada traga ela para perto de você, como se ela fosse deitar sobre o seu tronco, sem no entanto, tirar o pênis de dentro. Mantenha os movimentos de entrar e sair. Nesse instante segure com as duas mãos a bunda da mulher e abra bem ela, abra na base, perto da vagina, é ali que fica o ânus. Abrindo bem o bumbum, ela vai sentir um vento no ânus, um friozinho, e talvez sinta uma vontade de ser penetrada ali. Depois feche e abra a bunda da menina, e mantenha as penetrações. Então você começa a massagear a região anal com um dedo, depois penetre um pouco o reto e mantenha a massagem. Depois de algum tempo pare as penetrações e aumente a intensidade da massagem anal. Você pode fazer essa massagem movimentando o dedo em círculos, ou apenas vibrando ele de cima para baixo e de um lado para o outro. Algumas mulheres poderão atingir o orgasmo com esse movimento.
CONCLUSÃO
O sexo anal tem caído na preferência popular, tanto dos homens quanto das mulheres, sendo assim, esteja preparado para saber trabalhar a mulher antes de partir para a penetração.
Introdução:
A técnica de indução de orgasmos femininos é um método antigo que não foi inventado, e sim compilado, pelo autor deste texto, não funciona automaticamente, e é necessário entrosamento e atração entre os envolvidos na sua prática.
Descrição:
Os orgasmos infinitos femininos, ou orgasmos múltiplos progressivos são uma série de orgasmos que a mulher vai tendo, cada vez mais fortes, até que, em torno do décimo orgasmo, a mulher cai em sono profundo. A intensidade, quantidade e velocidade dos orgasmos varia de mulher para mulher.
Procedimentos Iniciais:
Para uma mulher atingir o orgasmo múltiplo é preciso, que antes de tudo ela esteja excitada e atraída pela situação. Como em uma média as mulheres tem dificuldade de se entregar e confiar em um parceiro novo, esta técnica tende a apresentar maiores resultados em pessoas que já se relacionam a algum tempo e já adquiriram um nível de confiança mútua maior. Fique sempre atento para as expressões faciais, sons, movimentos ou qualquer outra coisa que a mulher possa lhe passar como informação. O seu sucesso depende diretamente da sua capacidade de saber se a mulher está fria ou quente na relação
Uma excelente forma de aumento de rendimento é ter a relação dentro do ambiente de fantasia da parceira, o que aumenta o seu nível de excitação.
Exemplos de fantasias mais comuns:
Carros, praias desertas, lugares com pessoas passando, elevadores, situações de perigo em geral, sado-mazoquismo (consentido), roupas e uniformes civis e militares, mesa da cozinha, pia do banheiro, laje, terraço e etc.
Exemplos de fantasias menos comuns:
Toilet sex, Rape sex, animais, profissões (fotógrafo, ginecologista, padre, professor, etc).
Via de regra as mulheres; diferentemente do homem, que se excitam mais visualmente; tendem a ficar mais atraídas por impulsos físicos, como o beijo, o abraço e carinhos em geral. Tenha isso em mente para um bom rendimento.
Outra forma de captar a concentração feminina de uma maneira bem eficiente é sussurrando e/ou gemendo em seu ouvido. O que vai ser sussurrado muda muito de mulher para mulher, algumas sugestões são: palavras de amor, pornografia leve, pornografia pesada, ofensas leves, ofensas pesadas, etc. É necessário saber exatamente em que tipo a mulher se encaixa, pois, o uso errado destas causa efeito contrário.

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De início devemos observar que a urina provém diretamente dos órgãos genitais, um fato que poderia levá-la a um simbolismo também erótico. Porém, de imediato, as pessoas não iriam nunca associá-la à libido, mas sim à uma prática humilhante, nojenta, de subjugo ou de castigo.
Ora, para muitos sim. Basta que o nojo aos fluidos do parceiro esteja ou permaneça presente para que esta prática se torne uma tortura ou humilhação. Porém, e se não há esta repulsa ? Ou se ela existe, sua intensidade não é maior do que o desejo de se interagir e envolver com todos os fluidos que venham do parceiro, seja por que motivo for ?
Ora, ao praticar a chuva dourada passivamente, a praticante não estaria demonstrando toda sua interação e envolvimento com seu parceiro, ao ponto de aceitar e se agradar de todos os seus fluidos sem restrições ?
Assim sendo, torna-se importante nesta prática, antes de mais nada, descobrir e/ou lapidar os sentimentos de como a praticante passiva encara a mesma. Pois se esta causa-lhe uma repulsa inaceitável, o praticante ativo, ao praticá-la (respeitando o limite da parceira), saberá estar naquele momento torturando-a ou humilhando-a mesmo que ela esteja aceitando por submissão. Em suma, a conotação da prática vai depender de como os parceiros a encaram, em especial a praticante passiva, mas tb. o ativo, porque se ele quiser impor a prática como uma humilhação e a praticante passiva se agrada dela, pois a vê como envolvimento, a humilhação existirá apenas na cabeça de um.
Por fim, como nas praticas anteriores, será o nível de envolvimento, confiança e segurança entre os parceiros que irá determinar a intensidade e os limites da chuva dourada, restringindo-a ao corpo ou chegando ao ápice da ingestão pela praticante passiva de mais este fluido de seu parceiro. Qualquer cena praticada com pessoas com o devido cuidado com a higiene e segurança não há como ser contestada sob a égide de insalubre ou arriscada.
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Hoje o meu gato acordou-me dando-me tesão... Eu tava deitada de barriga para baixo e ele acordou-me fazendo-me caricias na minha coninha e no meu rabo... Foi um tesão... Adoro estar de costas quando ele me esfrega o grelo!!! De seguida ele espetou-me o pau no cú porque esta semana tamos prai virados (não fosse isso a foda melhor do mundo... adoro ser enterrada no cú!!! Hummmm).
Bem fomos para a praia à tarde e estávamos fartos de tanta gente, queriamos privacidade para dar-mos as nossas escáfias. Até que decidi ir para umas dunas e não resisti a espetá-lo todo no meu cú, ele esporrou-se todo, talvés porque o facto de podermos ser apanhados era chitante. Chegámos a casa e fomos tomar banho coladinhos, o meu gato tirou o chuveiro, ficando só a mangueira, depois começou-me a mamar nas mamas e a mordiscar os bicos e com a mangueira mandava o jacto de água para o meu grelo, foi um tesão enorme( aconselho todas as mulheres a experimentarem, se preferirem sózinhas na banheira, com a água morna dá mais tesão)esporrei-me toda, gemi k nem uma puta.
E agora estou aqui cheia de tesão, porque só de me lembrar fico louca!!!

o sexo anal é algo maravilhoso, mas não pense que logo no primeiro dia vai conseguir que a sua namorada se sinta inteiramente disposta a fazê-lo; existem muitos obstáculos psicológicos como por exemplo: "será que me vai doer, será que vou sujar o pau do meu namorado, etc".
Para ser maravilhoso ambos têm que estar em sintonia, principalmente o homem deve ser carinhoso com o seu docinho, e a mulher deve estar descontraida e no seu pensamento ter uma única coisa em mente: " vai ser a melhor foda que alguma vez já dei".
É verdade para mim não há nada melhor que levar com ele no cúzinho... venho-me toda, e nos últimos dias não sei porquê tenho andado cheia de tesão no cú, e o meu gato tem-me fodido ele como ninguém.
Ontém acordei cheia de vontade de foder o meu gato todo, decidi ir a uma sex shop e fazer uma brincadeirinha... comprei um pénis com cinto.
Quando cheguei a casa vim para o quarto vesti um corpete preto transparente com atilhos nas ligas, chamei o meu gato e disse-le para me comer, ele ficou logo louco de tesão ao ver-me assim vestida.
Começou por me beijar na boca, foi percorrendo o meu corpinho, até que me lambeu a cona toda rapadinha, lambeu-me o cú e mandou-me pôr de quatro, depois pedi-lhe para me espetar o pau, foi uma delicia, enquanto me enterrava o pau dava-me palmadas no rabiosque e chamava-me puta " ADORO SER CHAMADA DE PUTA ENQUANTO ELE ME FODE" gozei que nem uma louca.......
Depois mandei-o deitar-se... Pús-lhe uma venda nos olhos e algemei-o à cama... hummmm que delicia ver o meu gatinho submisso.... Fui buscar o meu novo brinquedo enquanto tocava uma música bem agradável e ia falando-lhe algumas das coisas que lhe ia fazer... quando vesti o meu novo brinquedo, comecei a chupar-lhe o pau todo mas ele não sabia o que eu tinha de surpresa.... tava cheia de tesão!!! SEMPRE SONHEI FODÉ-LO!!!
enquanto lhe mamava no pau ia acariciando-lhe o ânus com o dedo, depois pús-lhe um lubrificante e fui espetando o meu dedinho, ao inicio ele não tava muito afim, mas depois foi-se descontraindo e começou a gozar. Quando o vi louco de tesão disse-lhe HOJE QUEM TE FODE SOU EU CABRÂO, agarrei no pau e fui espetando lentamente para ele não sentir dôr... foi entrando e p0ara quem dizia que isso era uma coisa de gays bem que adorou levar com o meu pauzinho... fodi-o todo e sei que no futuro vou fodé-lo mais vezes porque sexo é maravilhoso e estas férias não vão ser para o bronze mas sim para nos foder-mos porque nesta idade temos que aproveitar o lado bom da vida, e diz-me alguém que não gosta de foder... Só de escrever o que se passou ontém estou aqui louquinha para tar com o meu gatinho num lugar bem aconchegado para nos foder-mos
Você já ouviu falar em bolinhas tailandesas?
Sabe o que são?
Vamos conversar sobre elas e lhe dar aquelas super dicas para apimentar sua relação.
Vou tentar lhe passar o apego e o tesão que eu tenho por este acessório. Depois me conte o que achou do texto e se você vai ou não concordar comigo.
O primeiro contato:
Eu sempre gostei bastante de brincadeiras anais, como a maioria dos homens, e não lembro bem agora, mas, acredito que a primeira vez que eu vi uma bolinha tailandesa, foi em um sexy shop de Natal - Rio Grande do Norte. Gostei de imediato! Todavia, acreditava que era somente uma brincadeira a mais e não um potencializador de orgasmos como pude descobrir depois.
Criada no oriente há muitos anos atrás, foi um dos primeiros acessórios sexuais dos homens e mais recentemente se espalhou pelo ocidente devido a sua eficácia e segurança quanto ao uso.
A bolinha tailandesa é um cordão, composto de cinco bolas plásticas, com um diâmetro médio de 2cm. Uma argola na extremidade facilita o seu uso. (Vide figura a direita)
Como funciona a bolinha tailandesa:
As bolinhas tailandesas são usadas para promover excitação do ânus, mas pode ser usada na vagina também, contudo, sua dimensão é um pouco reduzida para uma perfeita estimulação vaginal. Ao serem introduzidas e manuseadas elas fazem movimentos aleatórios que proporcionam uma agradável e excitante massagem na musculatura, o que pode incrementar bastante o orgasmo.
Como introduzir sua bolinha:
A introdução da bolinha é o passo importantíssimo da coisa. Notei que se ela não for bem introduzida, poderá causar algum desconforto e isso provavelmente vai resultar em uma primeira impressão negativa. E como diz o velho ditado: "A primeira impressão é a que fica"
Após vários testes, cheguei ao método adequado. Vou explicar bem didaticamente.
- Posição de principiante: É de principiante, mas, nem por isso é menos deliciosa. Nesta eu pego a gata e a coloco de quatro com as pernas levemente abertas. Com a mão direita, eu sou destro, vou massageando bem gostoso o clitóris, e com a outra eu pego as bolinhas para a introdução. A vantagem desta posição é que eu fico observando aquela linda obra da natureza, que é uma mulher nua de quatro, e ao mesmo tempo vejo melhor a reação da menina e a freqüência dos seus latejamentos, mais para frente eu explico a importância deles. Quando é possível eu faço isso em uma mesa. Ela fica de quatro sobre esta e eu introduzo as bolinhas de pé. Isso me dá mais firmeza do que o mesmo procedimento na cama. A desvantagem desta posição é dificultar o uso da língua no clitóris.
- 69: Depois que eu fiquei com a técnica apurada passei a fazer a inserção das bolinhas com o 69. Funciona se você estiver sobre ela ou ela sobre você. Caso não sabia 69 é aquela posição em que um deita sobre o outro de forma invertida, pé na cabeça e cabeça no pé. A vantagem desta posição é que eu posso usar a língua para deixá-la completamente louca enquanto a mão direita vai inserindo as bolinhas e a outra fica fazendo carícias pelo corpo. A desvantagem e que eu não posso ver bem as coisas, o evento fica sendo feito às cegas, e eu tenho que estar com uma sensibilidade boa para sentir os latejamentos da garota. Treinando não é difícil.
O latejamento:
Quando a mulher está excitada sua vagina fica latejando. Se a excitação for realmente forte o seu ânus também lateja. Eu percebi que esse latejamento era o X da questão na inserção das bolinhas. Depois de muitas observações vou passar o caminho das pedras.
Eu mantenho a excitação clitoriana como foi dito acima, paralelamente coloco a última das bolinhas na entrada do ânus. De início eu vou fazendo uma leve pressão contra o orifício anal e vou pegando a sincronia com o latejamento. A introdução perfeita se dá quando a bolinha entra durante o relaxamento total dos anéis, os anéis são os músculos anais externos. Durante a contração muscular a bolinha não pode se mover, caso contrário poderá haver algum desconforto, logo, para evitar isso, depois de sincronizar as minhas pressões na bolinha com o relaxamento dos anéis, eu aguardo uma contração quase acabar para então inserir com vigor a bolinha no ânus. Isso tem que ser feito rapidamente para que não venha uma nova contração e a bolinha fique preza na entrada. Quando isso acontece, eu empurro a esfera imediatamente com o dedo indicador. Uma vez inserida o desconforto é nenhum. E então repito o procedimento até o todas as bolinhas serem introduzidas.
O manuseamento:
Após a introdução das bolinhas, a questão passa a ser manuseá-las de forma a dar o máximo prazer possível. Para isso eu passo a dar puxões na argola de todas as formas possíveis: para baixo, para cima, para os lados, rodando e outros. Você pode também puxar a bolinha até ela quase pular para fora do ânus e depois deixá-la entrar novamente, isso é bem excitante.
Quanto à retirada das bolinhas podemos fazer das seguintes formas:
As forma de uso:
As formas que você poderá usar sua bolinha tailandesa são inúmeras. Mas para facilitar nosso papo, vou agrupá-las em três grupos.
Masturbação: Aqui eu fico como observador vendo a menina se masturbar da forma que mais lhe agrada com uma mão, enquanto que com a outra ela manuseia as bolinhas da melhor maneira. Sempre observo atentamente este evento para que eu possa saber qual a velocidade, pressão e paradas de movimento que deixa ela mais excitada.
Posições para o uso:
As posições para você se deliciar com o nosso artefato são diversas, provavelmente a essa altura você já deve ter pensado em algumas, de qualquer maneira irei sugerir mais outras:

Vantagens do uso da bolinha:
As bolinhas tailandesas são um objeto simples, barato e com vários anos de mercado. Um sucesso de vendas entre os acessórios para o sexo. Dentre algumas vantagens podemos citar:
Cuidados com a bolinha:
A bolinha é um acessório bem simples e seguro. Todavia sempre é bom termos alguns cuidados com ela
Seguindo esses cuidados ela vai durar muitos ânus, quer dizer, anos.
Agora que você leu o texto, e tomara, tenha gostado dele, temos uma surpresa para você! Envie agora um e-mail dizendo que você se interessou pelas nossas dicas e quer testar a bolinha. Diga também o motivo pelo qual você quer testar estas bolinhas. Os três melhores motivos vão receber em casa, totalmente grátis, as bolinhas tailandesas. Cortesia do nosso site e do nosso patrocinador, o SEXXYSHOP.COM.BR. Esta promoção é valida até dia 26 de dezembro de 2000. As duas melhores justificativas femininas e a melhor masculina recebem o prêmio.
Resultado: Ganharam as opiniões número 2, 3 e 5, todavia, a 2 e a 5 não nos enviaram seus endereços. Os escolhidos seguintes foram os números 22 e 24.
Se preferir, adquira agora as bolinhas por um preço mínimo e passe a fazer parte desse universo de prazer.
"Ménage à trois" ou simplesmente "ménage" é uma expressão de origem francesa que significa "casal a três" e é utilizada para designar os relacionamentos sexuais entre três pessoas. Podem ser dos seguintes tipos:
Nos últimos anos, certas casas noturnas destinadas a casais liberais têm sido um espaço para iniciação e prática do ménage. Elas existem nas cidades maiores do Brasil e em diversas partes do mundo. Tais casas são clubes noturnos com pista de dança e serviço de bar, como se fossem boates tradicionais, acrescentando-se o fato de possuirem salas individuais e coletivas, para prática de sexo coletivo ou exibicionismo, labirinto erótico, mini-cinema e outras atrações do gênero.
Via de regra, a entrada de homens desacompanhados é controlada nestes lugares, o que leva muitos deles a contratarem garotas de programa para formarem um casal e assim poder adentrar aos clubes. São os chamados "casais de mentira" ou "casais arranjados", alvo de polêmica entre os freqüentadores.
A prática do ménage, como a do swing, oferece aos iniciantes um mundo novo de sensações e também um certo risco. Tal risco pode ser físico ou emocional. No plano físico, os riscos dizem respeito às DSTs. No emocional, dizem respeito às reações, nem sempre previsíveis, diante da experiência. É idéia corrente que casais afetivamente envolvidos devem dialogar e ponderar muito a respeito da entrada no mundo do sexo coletivo. Costuma-se dizer que um casal deve estar bem entrosado e "bem resolvido" antes de tentar algo do tipo. Casais que buscam neste mundo um meio para melhorar relacionamentos ruins, ou desgastados, correm um risco de piorar as coisas.
Ultimamente, a mídia tem associado à bissexualidade, notadamente a feminina, um teor estético de proporção inédita. Isto tem estimulado, no início do século XXI, a prática do ménage, com popularização das casas noturnas relacionadas ao assunto e crescente número de eventos, muitos secretos, para o exercício desta fantasia.
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